Venham conhecer os produtos ao vivo e em (muitas) cores!

Uma das maiores dificuldades de vender produtos online somente é convencer as pessoas do quanto nossas peças são lindas, macias e especiais. Percebemos que ao vivo — quando as pessoas têm a oportunidade de tocar as peças — a paixão é imediata, não é preciso nenhum incentivo para nossos clientes decidirem comprar. Afinal, fazemos tudo com carinho e qualidade como se fosse (e é!) para o nosso próprio filho.

Até para dar a oportunidade aos nossos clientes e amigos de ver e sentir nossas peças, decidimos aceitar o convite para participar da Baby Bum – São Paulo, uma feira especializada em produtos infantis modernos e originais. Ficamos felizes com o convite, pois não é qualquer marca que pode expor nesta feira, existe uma seleção prévia, atendendo aos requisitos da feira de modernidade, originalidade e criatividade dos produtos.

A feira acontece de 17 a 20 de Maio de 2012, na Vila Nova Leopoldina. Em breve vamos publicar banners e dar mais informações, mas já guardem a data nos seus calendários e apareçam para nos dar um abraço e levar pra casa o seu produto da Ilha Dodô!

Na feira estaremos vendendo bodys e babadores produzidos por nós, como forma de divulgação dos nossos produtos originais. Se você quiser comprar nossos outros produtos, teremos cupons de desconto especiais de compra através do site para quem for pessoalmente nos dar um abraço :)

Esperamos vocês lá!

 

O caminho até aqui

Dos muitos desafios de ter um negócio, a criação e execução de produtos é um dos mais complexos. Eu venho da área de serviços, que tem seus próprios obstáculos, e não entendia nada da produção e execução.

Já pensaram em todo o processo por trás da criação de uma simples peça de roupa?

É preciso escolher e decidir:

A grade de tamanho: Demoramos a fechar em “0 a 2 anos”, acreditem! Depois de fechar neste pequeno período, decidir se usaremos P, M, G ou os meses. Ou as medidas. E o padrão de medidas, existe? Etc. etc. etc.

- O tecido: Esse é um desafio ENORME, pois é preciso balancear entre custo e benefício, pra começar. Entender quais são os nomes dos tecidos, e sua composição. Descobrimos por exemplo que há dezenas de tipos de “suedine” (100% algodão, misto, diversas variedades). Aprendemos da pior forma possível que nem todos os tecidos são “de linha” (ou seja: se acabar, tem mais) e teremos que achar outras marcas/tecidos com cores equivalentes às que escolhemos para determinadas peças. E tem a fábrica em si, que precisa ser minimamente responsável e produzir de uma forma alinhada com nossa forma de pensar. E nem estou falando de sustentabilidade ou ecologicamente correto ainda

- A modelagem: Quantos modelos diferentes de uma determinada peça de roupa existem? E qual é o melhor, o mais bonito, o que veste bem? Se você fosse costurar sua própria camiseta, de onde tiraria o modelo? Já que fazemos peças básicas, pensamos em simplesmente reusar algum modelo comum que gostamos, mas não é tão simples, porque as numerações variam, porque dependendo do tecido escolhido a modelagem não fica tão boa.

 - A estampa ou ilustração: Essa é uma escolha que tem a ver com a coleção toda, é claro, como essa peça se insere no todo, etc. O processo de criação é longo também, de chegar à estampa que agrada ao designer dentro do contexto e a nós, como clientes. Mas além dessa parte do processo, tem também a execução, a técnica que vai ser usada, o tamanho, o teste de cores, textura, como a estampa fica no tecido que foi escolhido, etc. O processo de aprovação da estampa na sua versão final pode demorar dias, e no nosso caso realmente demorou. Somos muito exigentes com a cor e textura, e para chegar onde queríamos foi um longo caminho…

- O piloto: E depois de decidir tudo, fazer ficha de produção e ter tudo pronto no papel, chega a hora de fazer as primeiras peças, e ver como ficam. Fizemos dezenas de pilotos, muitos mesmo, até chegar no acabamento ideal, do jeitinho que queríamos (ou quase. Algumas concessões à realidade foram necessárias).

E aí testamos nos bebês (o Otto foi nossa cobaia!), pensamos, mudamos, ajustamos. Até a produção final, que hoje está à disposição de vocês.

Resgatei algumas fotos do processo, para compartilhar, espero que gostem!

A Ilha Dodô no Luluzinha Camp

Nós aqui da Ilha Dodô acreditamos muito no poder dos relacionamentos e da colaboração, e isso vai muito além das redes sociais, blog, e etc. A tecnologia é um apoio incrível para iniciativas de colaboração e compartilhamento, e mudou o mundo, é verdade, mas não há tecnologia que substitua o desejo e a iniciativa de dividir informação, voluntariamente, para melhorar o mundo. Tecnologia é somente meio, o que realmente importa são as pessoas que a utilizam.

Antes de falar do evento, explico o que é Luluzinha Camp: um evento só de mulheres (lembram da personagem de quadrinhos, Luluzinha?) e para mulheres, um encontro informal e autogerenciado, cujo objetivo é colocar mulheres em contato para troca de experiências e ideias. Quaisquer ideias, experiências, receitas, conhecimento, carinho, apoio, o que aquele grupo especificamente queira. Os assuntos de cada encontro são definidos em função de oferta e demanda, sem grandes deliberações.

O projeto da Ilha Dodô foi feito a muitas mãos, e várias delas mãos de mulheres :) Há vários meses, durante o projeto, comentamos entre nós que estávamos aprendendo tanto que gostaríamos de compartilhar essas lições, nossos erros e acertos, em um destes encontros. E logo após o lançamento da Ilha Dodô aproveitamos a primeira oportunidade para contar como foi a experiência e dar dicas que talvez sejam úteis para outras mulheres.

No sábado fizemos duas apresentações — eu falei sobre empreendedorismo e a Denize sobre design — contando um pouco da história da empresa, dos desafios e aprendizados. Pela quantidade de interações das moças presentes acho que foi útil para várias delas. Eu pessoalmente fiquei muito feliz por poder contribuir de alguma forma com essa audiência tão especial, e tenho muito carinho pelo evento e por várias das participantes.

Minha apresentação sobre empreendedorismo está aqui, mas quero aproveitar e deixar um resumo do que há de mais essencial no recado que queria transmitir:

*Descubra o que faz você feliz e no que você crê, invista NISSO
*Fique atento ao que as pessoas querem e precisam
*Concentre-se no resultado e não no lucro
*Faça os cursos (grátis!) do SEBRAE: o site, os cursos
*Lembre que a maioria dos empreendimentos falha pois os sócios fazem retiradas antes de ter lucro, consumindo o capital da empresa! (ou seja: tenha um Plano A)
*Peça ajuda e contrate ajuda se for necessário
*Aprenda a usar planilhas ;) Administrar é essencial.
*Saber a hora de parar ou tomar decisões difíceis…
 
Obrigada especial à Lu Freitas, Mawá, Bia Bonduki e Denize que estavam lá ajudando a contar nossa história!

Sobre importação, sustentabilidade e outras coisas

Antes de sermos empresários sempre tivemos muitas críticas ao preço de vários produtos, e não entendíamos porque uma camiseta custa R$50 ou um item que custa US$10 nos Estados Unidos custa R$60 aqui. E, como todo bom consumidor, sempre procuramos os produtos mais baratos e de qualidade equivalente.

Além de sermos da mesma família, aqui na Ilha Dodô compartilhamos também dos mesmos valores e princípios, o que é muito bom, pois teríamos problemas sérios para fazer negócio se fosse diferente. Ter uma empresa e ser correto — em vários aspectos, tais como fiscais, contábeis, trabalhistas, etc. — é muito difícil e muito, muito caro. Quando um dos princípios da empresa é oferecer alto padrão de qualidade, fica ainda mais difícil (e, adivinhem? caro!).

Uma das coisas essenciais pra nós, por exemplo, era vender produtos importados 100% legalizados. Isso significa que não fazemos “muamba”, nenhum de nós vai a Miami comprar de sacola para vender produtos sem pagar os devidos impostos. Sabemos que há muitas lojas (online inclusive) que fazem isso, mas nós queremos fazer a coisa certa. Mesmo que para isso o nosso preço seja mais alto. Porque acreditamos que para os muitos “espertinhos” que existem neste mundo há tantos outros que valorizam empresas que se preocupam com ética.

Sim, também achamos que os impostos são altos, às vezes abusivos, mas cremos que o caminho para mudar é outro, e não a sonegação. Até porque os que sonegam impostos não o fazem para cobrar mais barato, mas sim para aumentar sua margem de lucro. Nossa margem de lucro com importados é muito, muito baixa. Nosso interesse é trazer produtos bonitos e interessantes, que agradem a nossa clientela e reforcem o posicionamento da nossa marca. Temos muita fé nos produtos produzidos aqui, por nós, também. Sabemos que com o tempo nossa marca vai ser mais forte, venderemos mais, completando ciclos virtuosos.

A produção local também é muito desafiadora. Não é fácil achar costureiras em geral, mais difícil ainda achar as que fazem peças infantis, e quando falamos do nosso padrão de qualidade… quase impossível. Tentamos várias opções e acabamos encontrando 2 oficinas de costura aqui na região de Campinas que nos agradaram. Elas são excelentes, mas ainda assim tivemos muitos problemas para chegar ao acabamento que consideramos ótimo. E graças ao nosso padrão de qualidade, obviamente temos que pagar mais. Os nossos tecidos não são baratos, aqueles de R$5 o metro que se compra no Bom Retiro. E tem estampador, que não pode ser qualquer um. Enfim, é um processo complexo e que requer profissionais bons, dedicados e que recebam de forma justa pelo trabalho que fazem.

E há os impostos. Nota de entrada, nota de saída, tudo certinho e muito bem documentado, como manda o figurino. Porque é desta forma que nos propusemos a fazer negócio. Alguns dos nossos clientes estranharam que mandamos a nota fiscal eletrônica impressa e depois por email também, com versão XLM. É obrigatório, pessoal, é como determina a lei: nota fiscal na caixa e depois enviada eletronicamente ao consumidor.

Da mesma forma, nos preocupamos sobre como é feita a produção. Não sei se sabem, mas há um mar de profissionais da área de corte/costura sendo explorados por aí. Centenas de colombianos que não têm visto e passam fome, trabalhando em regime semi-escravo, por preço de banana. Nos recusamos a lucrar desta forma. Fazemos questão de comprar tecidos de empresas responsáveis (social e ambientamente) e contratar oficinas que tenham boas condições de trabalho. Fomos conhecer as oficinas, nos tornamos colegas destas pessoas, nos preocupamos com isso.

Talvez você ache nossos preços altos, mas acredite: há toda uma cadeia de valor por trás de cada peça, há cuidado, preocupação com todos os envolvidos, impostos 100% pagos, pesquisa, cuidado na produção, embalagem, envio.

Aos poucos pesquisaremos mais opções de tecidos, produtos especiais, sempre trazendo novidades mas sempre muito preocupados com fazer negócios éticos, sem explorar os que estão nos elos fracos da cadeia.

Espero que vocês nos acompanhem neste caminho de descobertas, que continuaremos a compartilhar por aqui.

 

Novidades!

Estamos no Facebook, divulgando fotos e promovendo os produtos desde a inauguração, mas agora tem novidade: os produtos da loja agora são 100% acessível pelo Facebook também! Você pode ver e curtir, tudo num só local. Só para comprar é necessário ir à nossa loja.

Pois vá, que nossa loja é fácil de navegar e as fotos são maiores, pra você curtir os detalhes de cada peça.

Temos também novidades no pagamento: além do PayPal e PagSeguro você pode pagar em qualquer cartão de crédito diretamente no site em até 3x sem juros.

APROVEITEM :)

E os maiorzinhos…?

Estamos trabalhando para atender aos pedidos de produção de opções para os bebês maiores (ou crianças menores? :) ). Nos ajudem a decidir quais são as estampas mais queridas para que façamos lindas camisetas!

UPDATE [13/Fev]: Pessoal, quantos votos! A equipe da Ilha Dodô agradece a divulgação e a votação. Com base no resultado de hoje, decidimos fazer as 4 estampas mais votadas — Câmera, Digital, Game e Raio-X. As costureiras que fazem nossos produtos voltaram de férias hoje e vamos produzir! \o/

O arco-íris é de todos nós!

Uma das coisas muito importantes para nós da Ilha Dodô, desde a concepção, é que nossas roupinhas fossem unisex sempre que possível. Vestidos, por exemplo, sabemos que não serão usados por meninos, por uma questão cultural muito forte (embora nada impeça o uso, na realidade :)), mas fora esta peça específica, cremos que todas as roupas podem e devem ser usadas por meninos e meninas.

Em primeiro lugar porque a distinção de cores por gênero é decisão deliberada dos pais, e queremos provocar a reflexão, fazer pais e mães pensarem sobre o assunto: por que tenho medo de vestir meu menino de lilás? Por que insisto em vestir minha menina de pink? Todas as cores são belas, e os bebês ficam lindos em todas elas. Por que abrir mão de algumas? A infância é justamente o período de experimentação, aprendizado e exposição a tudo que o mundo tem a oferecer. Por que limitar o universo de gosto e estilo dos nossos filhos em função de uma escolha absolutamente arbitrária de cores por gênero?

E em segundo lugar, porque roupas de bebê são caras e duram pouco, eles crescem muito rápido, é importante poder reutilizar sem restrições! O ideal é que as roupas sejam de excelente qualidade (e as nossas podem ser lavadas sem medo, lavei todas as do Otto várias vezes e continuam lindas) e que também possam ser doadas para bebês de outro sexo, ou mesmo guardar para o irmãozinho/inha no futuro.

Lembram dos 3 R da sustentabilidade? Nesta ordem de prioridade: Reduzir, Reusar e Reciclar. Comprando artigos de melhor qualidade, não é preciso comprar com tanta frequência e se pode reusar (seja doando ou vendendo). E roupas de bebê podem ser doadas por gerações — eu ganhei roupinhas usadas da década de 80! Em ótimo estado, e lindas. Usei todas.

Queremos que as roupinhas que forem compradas da Ilha Dodô em 2012 vistam bebês — meninas e meninos! — em 2022 :)

Para poder melhor explorar — e explicar — nossa proposta de roupas unisex, chamamos a amiga Dra Liliana Seger para conversar conosco, clientes e amigos durante o lançamento da Ilha Dodô dia 25 de Janeiro sobre a questão do gênero em bebês, como uma oportunidade de reflexão. Foi um bate-papo muito tranquilo e divertido, ela nos apresentou algumas ideias para que discutíssemos, pensássemos sobre o assunto. A apresentação completa está aqui para download.

A conversa foi livre, e muito rica, não é possível retomar todos os comentários, mas o que mais me chamou a atenção foi que todos tinham uma historinha de segregação por gênero para contar, algum incômodo com a “ditadura” da separação de cor e estilo por sexo do bebê. Seja nos presentes que ganhamos quando esperamos o bebê ou na compra em lojas é inevitável a pergunta inicial (inclusive online): “menino ou menina”?

A resposta “não importa” simplesmente não parece aceitável ou possível. E ai daqueles que ousam vestir seus meninos de rosa (passamos pela experiência. Foi antropologicamente interessante observar as reações das pessoas), suas meninas de marinheiro, ou coisa parecida!

Mas afinal, quando é que o gênero se faz presente na realidade da criança? Segundo aprendemos no nosso bate-papo, somente por volta dos 4 anos. E ainda assim, é percebida a diferença, o que não implica necessariamente o rótulo. Impor rosa como “cor de menina” e azul como “cor de menino” é tão legítimo quanto dizer que mulheres são donas de casa e homens são empresários. São apenas opções, pré-definidas e formatadas por nós mesmos, rótulos que usamos para categorizar o mundo. Ora, quem quer rotular uma criança desde o momento em que nasce?

Concluímos na conversa que o principal motivador da segregação por gênero é o medo. Medo dos nossos filhos serem homossexuais, é isso mesmo, e a culpa ser nossa! Quem já não ouviu algo como “menino de rosa? o menino vai virar gay”? O medo é legítimo, seja por preconceito ou simplesmente por querer evitar que nossos filhos passem por dificuldades por serem diferentes do que esperam deles. O ponto é: ser homossexual é mesmo uma opção? Será que pela simples escolha de cores podemos modificar a orientação sexual de alguém?

Encontramos alguns artigos interessantes relacionados a estas reflexões, que queremos dividir com vocês. Espero que gostem e sirvam para pensar :)

- “Mommy, they are just like me“, em Inglês, sobre um garoto de 6 anos que é fã de um personagem gay de Glee e que se apaixonou por um coleguinha. O relato dos pais é lindo, lúcido e muito comovente (versão em Português no Facebook)

- Pais criam filho sem revelar ou distinguir seu sexo por 5 anos: os pais criaram o menino sem especificar seu sexo, vestindo roupas de menino e menina alternadamente, sem dizer a ninguém da família se ele/ela era menino ou menina. Radical!

- Menino usando sapato de menina (somente em Inglês), pode? Segundo a mãe, não só podia como achou divertido e colocou no Facebook. Até que dezenas de pessoas começaram a criticar a mãe, a foto, o fato. A frase inevitável está lá “o menino vai virar gay!”. Será?

Temos cá nossas opiniões, mas fiquem à vontade para comentar e contribuir para a reflexão. Com respeito, com carinho, sem preconceito. Porque aqui na Ilha Dodô, além de não separar itens por gênero, temos um lindo arco-íris alegrando nosso blog. Não é homenagem, é só alegria mesmo. Mas sim, somos gay friendly, hoje e sempre.

 

Amor, cor, sabor — e liberdade!

O lançamento foi lindo, colorido, cheio de gente bonita e do bem. Com crianças brincando, amigos e família, gente se conhecendo e adorando tudo o que mostramos. Foi uma oportunidade de conhecer melhor nossos futuros clientes, mostrar que nossos produtos não são só lindos mas também gostosos e confortáveis.

Agradecemos muito a presença e carinho de todos, inclusive os que não puderam estar lá mas nos mandaram mensagens e muito amor. Foi um dia especial, um início cheio de boas energias para o nosso emprendimento, graças a todas as pessoas maravilhosas envolvidas.

Em breve vamos compilar pra vocês links com comentários de quem compareceu, em seus blogs. Temos posts lindos sobre a marca e sobre nossa iniciativa, que achamos importante compartilhar. A generosidade das pessoas nos surpreendeu e emocionou. Continuaremos promovendo o bem, a gentileza, porque acreditamos (e vivemos, praticamos) que sendo felizes e generosos só receberemos coisas boas de volta. So far, so good :)

Em breve colocaremos fotos “oficiais” do evento, pra vocês que não puderam ir verem tudo com detalhes!

Mas teve comidinhas da Letícia e brigadeiros do Le Chef Gatô, muitas pessoas felizes, palestra / bate-papo incrível com Dra. Liliana Seger (compartilharemos em breve!), produtos modernos e bebês lindos! <3

O lançamento e os parceiros

Amanhã é o grande dia, o nascimento oficial da Ilha Dodô! Nossa loja é 100% online e venderemos para todo o Brasil (e quem sabe para outros lugares do mundo também? Sabemos que o Dodô é paixão universal…), e exatamente por isso queremos fazer uma festa de lançamento ao vivo e em cores, para que os amigos e clientes possam conhecer nossos produtos pessoalmente.

O nascimento de um empreendimento é um processo complexo, cheio de detalhes e aprendizado para quem, como nós, não é administrador e nem vem de família de donos de empresa. Tivemos a oportunidade de aprender (a duras penas) como funciona a abertura da empresa, coordenação com fornecedores, negociações com parceiros, elaboração de preço de produto, cálculo de custos… ufa! Mas estamos evoluindo, aprendendo e adquirir novos conhecimentos é sempre divertido.

Essa experiência nos deu também a oportunidade de trabalhar com vários profissionais e empresas que admiramos. Chamamos a CriaReal para o projeto inteiro de criação e a Lunares para parte da produção, por exemplo, e foi muito positivo. A Gabi Butcher fez as fotos promocionais com as crianças e as meninas d’OGerador fizeram as fotos dos produtos no site.

Para o lançamento, a Letícia Massula da Cozinha da Matilde preparou as comidinhas, e — delícia das delícias –  o Le Chef Gatô é responsável pelos docinhos!

Havia várias decisões a tomar sobre como faríamos o lançamento, mas tínhamos uma certeza: os docinhos tinham que ser feitos pelo Ednei e Claudia, proprietários do Le Chef Gatô. Somos fãs dos produtos — e quem já provou sabe que são especiais e incríveis — e queríamos oferecer aos nossos amigos e clientes, no lançamento do nosso sonho, os melhores e mais gostosos docinhos. Todos devem sair do lançamento da Ilha Dodô com gostinho de quero mais e fãs do melhor brigadeiro que existe!

Não vou contar o que encomendamos, claro que é surpresa :)  Mas graças ao talento e profissionalismo de todos os nossos parceiros e amigos, temos certeza que será um dia lindo, feliz e muito doce.
 
Venha conhecer nossos produtos ao vivo (depois só online!), ver e experimentar as surpresas que preparamos para este dia tão especial.
 

Bêbe Digital

Quando começamos a pensar efetivamente nas peças da Ilha Dodô, foi um rebuliço danado. Um mundo de ideias pipocaram por todos os lados. As peças vieram com a construção da marca e a criação de tudo foi acontecendo junto. Muitas possibilidades para administrar e um universo inteiro à nossa disposição esperando por existir.

Equacionar o gosto dos contratantes com o conceito estabelecido para a identidade da marca, verificar as possibilidades reais de execução em pequena escala, aplicação de cor e forma, testes de estamparia na matéria prima escolhida, modelagem, enfim, o negócio era FAZER DESIGN, de verdade, com começo, meio e fim.

Pra gente aqui, não fazia o menor sentido produzir peças de “modinha” (é assim que as confecções denominam a produção de roupas para crianças). Queríamos o belo, básico, útil e prático, sem ser lugar comum. E mais, queríamos cor, amor e sabor, por favor.

Nossas peças precisavam vestir lindamente o bebê, com conforto e alegria. E além disso, fazer algum sentido para nós adultos, que as escolhemos. Alguma emoção que fosse. Um insight, uma memória, um poesia, uma canção.

Nossa primeira referência para criação veio do ambiente digital. Os bebês hoje em dia,  já nascem conectados, me dizia a Zel de lá. Corações ligados, bites acelerados, pensava eu de cá. Não queríamos uma imagem clichê. Mas acabamos por usar a maior delas relacionadas ao tema: a placa de circuito.

Desenhamos linha por linha com todo cuidado e criamos a estampa que daria o “tom” da primeira coleção da Ilha Dodô. Agora estamos aqui, loucos pra ver um monte de bebês vestidos de circuito integrado, integrando tudo (e todos) por aí.

[Essas peças e outras variantes da estampa "digital", estarão disponíveis na loja virtual da Ilha Dodô.]

 

12

  • A menininha carregando uma boneca passou aqui no estande e gritou "mamãe, olha que body lindo de bebezinho!". Sabe das coisas! :)